O juiz de Direito da 1ª Vara do Fórum de Justiça, José Batista de Andrade, nesta cidade, determinou a suspensão da construção do aterro sanitário e estabeleceu prazo de 90 dias para que o prefeito de Iguatu, Agenor Neto, apresente alternativas viáveis de localização para uma nova obra. A decisão judicial foi em caráter liminar com base numa ação civil pública requerida pelo Ministério Público Estadual (MPE).
Na decisão, o magistrado determinou, ainda, a aplicação de multa no valor de R$ 10 mil, para o gestor municipal, em caso de descumprimento da liminar. A ação civil foi proposta em agosto do ano passado por promotores, com base em denúncias apresentadas pelo Fórum pela Vida no Semiárido. Segundo o movimento social há irregularidades na obra e a localização do aterro é inadequada, por se tratar de uma área de alagamento no período chuvoso.
De acordo com laudo técnico de vistoria da obra expedido pelo Ibama, a área onde o aterro foi construído “é alagável, de forma intermitente, apresentando-se com lençol freático raso, portanto, inapropriada ao fim que se destina”. Engenheiros da Procuradoria Geral de Justiça também constataram que o local é inadequado. Em seu despacho, o juiz José Batista de Andrade contestou e ignorou critério técnico apresentado pelo município, com base em parecer do Centro de Pesquisa e Qualificação Técnica (CPQT).
Para o magistrado, embora o estudo tenha sido realizado em um período de estiagem e quando o lençol freático é baixo, mostra a inviabilidade da obra.
Em junho do ano passado, policiais federais realizaram nesta cidade apreensão de computadores e fiscalização na obra com o objetivo de apurar possíveis irregularidades na construção da obra. Ação dos federais foi desencadeada em outros municípios sob a denominação “Operação Fumaça”.
Em ocasiões anteriores, o prefeito de Iguatu, Agenor Neto, negou qualquer irregularidade e desvio de recursos na construção do aterro. Contestou laudo da Polícia Federal que, segundo o gestor, apresenta falhas técnicas. Ele rebateu críticas de que a área da obra seja alagável e disse que as valas de depósito do lixo serão impermeabilizadas e não haverá contaminação do lençol freático. A procuradora geral de Iguatu, Juliana Dantas, disse que o município vai recorrer da decisão judicial.
Fonte: Diário do Nordeste






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Vereadores corruptos
Concerteza os vereadores de Iguatu sob a ótica do povo de Iguatu estão acobertando as acusação de participar em um esquema DE TORTURA DO executivo..
NECESSARIO UMA INVESTIGAÇÃO EM TODA A SUA PLENITUDE CRIMINAL COM A INTERVENÇÃO DA RECEITA FEDERAL, POIS ESTES SENHORES QUE SE DIZEM REPRESENTANTES DO POVO ACUMULAM BENS PROPRIOS SUPERIORES AOS SEUS RECEBIMENTOS SALARIAIS DESDE QUE ENTRARAM NO LEGISLATIVO E NO EXECUTIVO DE IGUATU.
NÃO COMPREENDO COMO NOSSAS LEIS SEMPRE ESTÃO ABRINDO VERDADEIROS GARGALOS PARA QUE ESTES INDIVIDUOS CONTINUEM A RECEBER SALARIOS SEM ESTAREM EM SUAS FUNÇÕES.
O DINHEIRO PUBLICO TEM QUE SER PRESERVADO E NÃO DEVE ALIMENTAR A CORRUPTOS E LADRÕES.
BASTA VERIFICAR A FICHA CORRIDA DESTES SENHORES QUE ESTÃO POR AI..
A UMA FALTA DE PATRIOTISMO NESTE PAIS ONDE A FAMILIA ESTA RENEGADA AO ABSTRATO.
ESPERO QUE OS SENHORES POSSAM AJUDAR A COLOCAR ESTES SENHORES NA CADEIA E CONFISCAR SEUS BENS AO PATRIMONIO AO NOSSO MUNICIPIO . ISSO CLARO É APENAS UM DESABAFO, MAIS PENSEM BEM E FAÇAM ISSO, QUE VAI TER TANTA COISA, QUE ATÉ DEUS DÚVIDA.